
Posso definir (e porque não chamar?) o DUDU de irmão! Isso mesmo: o irmão que eu não tive. Conheço desde que éramos bem pequenos, quando minha mãe era professora de sua irmã mais velha. Isso já faz mais de 20 anos... Sempre presente, companheiro de futebol, engraçado demais, sempre rindo das minhas piadas (às vezes até aquelas toscas!), enfim... Acompanhou o meu namoro com a Chel desde o início. Me emprestou o ouvido algumas vezes e foi até meu cunhado (!)... já que ele namorou irmã da Chel.
O convite veio no ano passado, no aniversário dele e 1 dia depois de termos compramos o apê. Fomos à sua festa num sítio láááá em Itaboraí e resolvemos fazer a surpresa. Quando fizemos o convite oficial, ele quase chorou de emoção (-Não adianta dizer que não! Temos testemunhas, né Carol???)... Mas o que mais marcou pra mim, foi quando ele disse que foi o melhor presente que ele poderia ter recebido naquele dia. Depois do “quase chororô”, ele veio nos abraçar e fez a pergunta mais engraçada: “No apartamento de vocês vai ter uma cama pra quando eu for lá?”... OK! Terá... Uma vez falei pra ele: “Estarei sempre por aqui. Sempre que precisar!” Agora, estou certo que a frase mudou: “ESTAREMOS sempre por aqui. Sempre que precisar!”




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Ah, comenta, vai!? É rapidinho e eu A-DO-RO!